TECKEL
(Basset Dachshund)


Origem: Alemanha. 
Nome de origem: Teckel (Basset Dachshund). 
Utilização: Caça sob a terra, toca e cavernas


 

Além dos três tipos de pelagem, temos três tamanhos diferentes para cada uma delas, portanto temos 9 tipos diferentes de Teckel
(Veja os 9 tipos nas figuras abaixo)

 




A história do Dachshund (ou Teckel) é bastante antiga e segundo alguns historiadores, a raça surgiu há cinco mil, tendo sido encontrados seu nome e imagem gravados na tumba de um faraó. De qualquer forma, o primeiro registro seguro da raça aparece em 1561, num livro de gravuras onde o Dachshund aparece de maneira inconfundível em sua estrutura física. O primeiro registro oficial foi feito na Alemanha em 1888. 



O Dachshund (cão texugo) foi desenvolvido por caçadores alemães que queriam um cão que fosse ao mesmo tempo ágil e resistente além de suficientemente pequeno para que pudesse entrar nas tocas de animais como os texugos, lebres e coelhos e trazê-los para fora ao alcance da mira do caçador. Além do corpo alongado e baixo, os caçadores precisavam de um cão com excelente olfato e muita determinação. Estava criado o Dachshund.

Através de cruzamentos seletivos, a raça foi desenvolvida em 9 variedades diferenciadas: 3 tamanhos (standard, anão e mini) e 3 variedades de pelo: curto, longo e duro – ou arame (este último obtido graças à introdução de linhas de sangue de terriers). Para o acasalamento, no entanto, só são permitidos cruzamentos de cães de pelagens e tamanhos iguais.

Da Alemanha onde ganhou notoriedade pelas suas qualidades como caçador, o Dachshund foi levado para a Inglaterra no século XIX onde passou a fazer parte da corte inglesa, o que foi de grande importância para popularização da raça. Nos EUA, a presença dos Dachshund começou com as importações de matrizes por volta de de 1879 e no Brasil chegaram junto com os colonizadores europeus e eram chamados "paqueiros" por serem exímios caçadores de pacas e sua popularidade o transformou em astro de comerciais, estrelando a campanha dos amortecedores COFAP que este voltou ao ar este ano.


Reformulação do Padrão no Brasil



Atualmente, a raça passa por uma reformulação no Brasil com a edição de uma nova tradução feita do mesmo padrão de 1979 da FCI - Federação Cinológica Internacional. As alterações começam pelo nome da raça que passa de Dachshund para Teckel (no padrão original alemão continua sendo Dachshund ou Teckel, nesta ordem). Dachshund tornou-se exclusivamente a denominação do grupo dos Teckels. 

Outra modificação foi dos nomes dos tamanhos: o Standard continuou igual, porém o Anão e Miniatura foram invertidos: o Miniatura virou Anão e vice-versa. 


As variedades formadas pelos 3 tamanhos e seus 3 tipos de pelagem - curta, longa e dura, viraram raças (apesar de continuarem como variedades na Alemanha, pela FCI, e nos EUA). 

A medição do tamanho Standard, antes feita pelo peso (de 7 a 9 kg), passou a ser pelo perímetro do tórax (acima de 35 cm), sistema que sempre foi usado para o Miniatura (até 30 cm) e o Anão (de 30 a 35 cm). Esta medição é feita após os 15 meses de idade para evitar mudanças de raça por variações de peso. 

Os Dachshund são divididos em três raças: Teckel de Pêlo Curto, Teckel de Pêlo Longo e Teckel de Pêlo Duro. Cada uma dessas raças ainda se divide em três padrões: Standart (Nomalgrosse), Anão (Zwerg) e Miniatura (Kaninchen). Cada padrão possui um limite de peso. O do Standart é 9kg, sendo que o ideal é de 6,5 a 7 kg, o do Anão é 4 kg e o do Miniatura é 3,5 kg. (Mudando apenas no Brasil, onde se inverte anão e miniatura) ficando assim: Standart (Nomalgrosse), Anão (Zwerg) 3,5 kg e Miniatura 4 kg(Kaninchen)


Personalidade

Se, no início, o Dachshund era um valente e destemido caçador, hoje deixou, em grande parte, de lado suas antigas atividades e transformou-se num animal de companhia. Em função do seu tamanho é uma excelente opção para o grande número de pessoas que mora em apartamentos especialmente porque aprende com facilidade os hábitos de higiene. Adapta-se bem a locais pequenos e não é do tipo destrutivo que rói os móveis e come as roupas.

Inteligente, esperto e bastante brincalhão, o Dachshund é também um excelente cão de vigia. Sempre atento, ao menor sinal de aproximação de estranhos late bastante. É um excelente companheiro para crianças e brinca mesmo depois de velho.Convive de forma tranqüila com outros animais e com outros cães mas não foge de uma briga caso seja provocado.

Alguns criadores garantem que existem diferenças de temperamento conforme o tipo de pelo, sendo que os de pêlos curtos seriam mais sociáveis e os pêlos duros mais agitados e até mesmo um pouco mais agressivos, mas isso não é comprovado nem mesmo consta do padrão da raça. 

Outra característica importante da raça é sua independência, o que lhe valeu uma (talvez) injusta fama de desobediente. Na convivência em família ele é um excelente companheiro, gosta e respeita a todos, mas dedica-se a apenas uma pessoa que elege como dono.


Os Filhotes

A média de nascimentos do Dachshund é de 2 a 10 filhotes dependendo do tamanho da mãe. 

Os filhotes devem ser educados pelo dono desde bem cedo para que dono e cão possam ter uma convivência harmoniosa. É um cão que procura agradar o dono, mas precisa de limites claros e acima de tudo, precisa saber quem é que manda. Segundo os criadores, no caso do Dachshund a obediência aumenta com a idade. 

O Dachshund também apresenta uma grande variedade de cores: 

Uma cor - vermelho, amarelo avermelhado, amarelo com ou sem mistura de preto. 
Bicolor - preto , marrom , cinza, branco nas extremidades com marcações castanho. 
Arlequim - castanho claro, cinza claro, branco com manchas desiguais. Manchas grandes indesejáveis. 
Arlequim tigrado - vermelho ou amarelo com riscas escuras. 
Desqualificantes - preto ou branco sem marcações castanhas. 

Convivência

Com a família: todos os Teckels são muito afetuosos com as pessoas da casa e, em geral, estão sempre atrás de alguém. Os exemplares de Pêlo Longo, no entanto, são freqüentemente apontados como os mais apegados da turma.
"Gostam de ficar colados em você, enquanto os outros se contentam em estar por perto", compara o criador Paulo Valderramos.

Com outros cães e animais: os Teckels não são dos mais encrenqueiros no que se refere ao relacionamento com outros cachorros. 
Há vários testemunhos de bom convívio até entre exemplares do mesmo sexo, inclusive de machos, em geral mais territorialistas e inclinados a brigar do que fêmeas. 
No entanto, também há casos de discórdia. Por isso, se a idéia é juntar machos, opte por exemplares de temperamento não muito dominante e faça com que cresçam juntos. 
Quanto ao convívio com outros bichos, a regra é acostumar o Teckel a eles desde pequenos. Senão, é provável que os encare como presas.

Obediente, ser ou não ser?: vontade própria é o lema. Se a idéia é adquirir um cão que sempre acate a todas as ordens e regras, há opções mais indicadas que os salsichas. É que, vez ou outra, eles gostam de testar a liderança dos donos, fingindo-se de surdos ou fazendo alguma pirraça. Companhia constante e boa educação (isso é, impor as normas desde cedo, não mimar em excesso, nem ser rigoroso demais) são as dicas para obter o melhor deles no quesito obediência.

Com gente de fora da casa: esses salsichas, em geral, desconfiam de quem não conhecem. Quase sempre latem para as visitas e dificilmente as festejam de imediato. Ficam de longe observando-as e, às vezes, passados uns bons minutos, decidem cheirá-las e, quem sabe, até se mostram receptivos a um agradinho. 
Mas nada de demonstrações esfuziantes de sociabilidade. E mais: os Teckels são valentes.Há vários relatos de exemplares que avançaram em estranhos que invadiram suas propriedades.


Onde é a festa?: brincalhões e ativos, eles curtem uma correria e amam brinquedos. E quanto menor o Teckel, mais energizado ele é. 
Daí os Miniaturas estarem sempre mais animados e ávidos por uma boa farra.

Mentes que brilham: os Teckels são surpreendentes quando o assunto é associar causa e conseqüência. São do tipo que fica cabisbaixo só de ver o dono se vestindo, pois já sabe que ele vai sair. Também são excelentes para resolver problemas. Há relatos incríveis, como o de exemplares que abocanham a vasilha de água quando vazia e levam-na até os donos, para que seja novamente abastecida. Com as crianças da casa: os Teckels, como a maioria das raças caninas, não fazem o estilo superpaciente com a molecada.
Se crescerem acostumados com a presença de crianças e forem respeitados por elas, a relação é ótima e repleta de muita brincadeira. 
Do contrário, estranham o agito infantil e podem não ser amigáveis.

Adoráveis sem-vergonha: uma certa irreverência costuma fazer parte do jeito de ser desses salsichas. Roer móveis, roubar meias, mascar sapatos são diversões irresistíveis para os Teckels filhotes e, às vezes, até para os adultos. 
Por isso, a dica é discipliná-los desde cedo, oferecer alternativas de entretenimento e evitar que objetos de estimação dos donos fiquem dando sopa por aí.Au au pra você também: até existem alguns relatos de Teckels bem silenciosos, mas são exceção. Esses cães, em geral, caracterizam-se pelo espírito comunicativo e alerta. Latem tanto para se comunicar, quanto para sinalizar acontecimentos específicos, como a chegada de alguém ou a presença de um gato no jardim. Os tamanhos menores, afirmam os criadores, tendem a ser mais latidores.

(Fonte: http://www.petbrazil.com.br
Consultores: Andra O'Connel (secretária do Dachshund Club of America), Jô Quaresma (11 anos de criação dos três tamanhos de Pêlo Curto, canil Hunter Jo, do Rio de Janeiro) e Paulo Valderramos (18 anos de criação dos nove Teckels, canil Leavylane, de São Paulo).


Problemas comuns à raça


O Dachshund enfrenta alguns problemas típicos de raças de cães baixos (como o Basset Hound), entre eles tendência à obesidade e problemas de coluna.

A obesidade pode ser controlada fornecendo ao cão alimentos em quantidade adequada (procure um veterinário para definir esta medida) e fornecendo uma quantidade satisfatória de exercícios.

Quanto aos problemas de coluna, que muitas vezes estão associados à obesidade, deve-se impedir que o Dachshund salte de lugares altos e/ou ande em pisos escorregadios. Entre os mais comuns estão: 

Luxação da patela (ruptura de 1 ou dos 2 ligamentos cruzados do joelho), por predisposição genética ou por trauma. 
Osteofitos ou bico de papagaio, causado pelo crescimento exagerado o osso nos espaços entre as vértebras. 
Hérnia de disco – causada pela compressão da medula da coluna pelo atrito constante entre as vértebras. 
Outro problema comum é a dermatite que pode ser evitada dando-se banhos somente quando for indispensável.



Nosso Teckel

Esse cãozinho de olhar esperto, alongado como uma salsicha, atrai simpatia geral. Enquanto no país de origem da raça, a Alemanha, lidera em número de filhotes registrados, no Brasil cresceu 40% a mais que toda a cinofilia nos últimos cinco anos. É o nono mais registrado na maior entidade nacional, a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC).

O nome Teckel foi introduzido em nosso país pela CBKC ao colocar em vigor, em 1994, o padrão adotado pela Federação Cinológica Internacional (FCI), elaborado pelo Deutscher Teckelklub (DTK). "Até então era seguido o padrão do American Kennel Club, uma variação do padrão inglês do The Kennel Club", explica o diretor cinotécnico da CBKC, Bruno Tausz. A tendência é o nome Teckel ganhar espaço. "Pronunciar Teckel corretamente é bem mais fácil que Dachshund", aceita a dona de 18 Teckels, criadora há 15 anos e médica veterinária, Fiorella De Angeli, do Canil D’Alba Lunga, de Vinhedo, SP. O Clube do Dachshund do Estado de São Paulo já incorporou a novidade - desde o início do ano chama-se Clube do Teckel do Estado de São Paulo.

O osso mais duro de roer da troca de padrões é a questão do peso. O nosso salsicha, importado por décadas dos Estados Unidos, precisa se tornar mais leve para se enquadrar no tipo alemão. Ou seja, quando o Teckel completa 18 meses de idade deve ser medido com uma fita métrica ao redor do tórax. Se o perímetro for de 30cm ou menos, é um Toy; de 30 a 35cm é Anão e, se mais largo, Standard. O peso limite do Standard é de 9 quilos, sendo ideal de 6,5 a 7 quilos em vez dos 14,4 quilos do AKC (com machos de até 16!). O Anão deve pesar cerca de um quilo a menos que seu equivalente americano, o Miniatura. Os americanos não têm um terceiro tamanho equivalente ao Toy.

Os atuais limites alemães de peso já eram estabelecidos no primeiro padrão do Deutscher Teckelkub, de 1888. "É normal o nosso Standard pesar entre sete e nove quilos", informa o presidente da entidade alemã, juiz e criador há 30 anos, Wolfgang Ransleben. "Teckels com mais de nove quilos não podem ser considerados excelentes."

Foram os americanos que aumentaram o peso da raça. O mais recente indício disso aconteceu há apenas cinco anos com o peso do Miniatura. "Há cerca de 20 anos, o Miniatura competia na categoria de até 4,5 quilos, ampliada em 1992 para até 5 quilos", informa a criadora americana e juíza de provas de caça, Cherri Faust. "O Dachshund, menor raça do grupo no qual é julgado nas exposições do AKC - o dos Hounds -, foi aumentado para ganhar uma aparência mais robusta, mais bonita", avalia a relações públicas do Dauchshund Club of America (DAC), criadora da variedade pêlo curto há 30 anos e autora do livro New Owner Guide to Dachshund, Kaye Ladd.

Agora, resta aos criadores brasileiros reconduzir os seus Teckels maiores, ao tamanho original da Alemanha. "Nossos Teckels mais perfeitos ainda são maiores que o ideal alemão, mas vamos chegar lá com determinação e critério", afirma o vice-presidente do Clube do Teckel do Estado de São Paulo, Paulo Valderramos.

TOCAS E CAMPOS
O físico peculiar da raça tem tudo a ver com sua especialidade: entrar nas tocas para caçar animais. "O porte facilita a circulação nas tocas das raposas, texugos e lebres", lembra o criador alemão há mais de 20 anos e juiz de beleza, Horst Klibenstain. "Nada detém o instinto do Teckel, mas é óbvio que quanto maior o tamanho dele, maior a dificuldade para entrar e sair dos túneis", diz o diretor do AKC para provas de caça, Gordon Heldebrant.

"O Dachshund com mais de 12 quilos tem dificuldade até para entrar nas tocas artificiais", acrescenta Trudy Kawami, criadora americana e juíza de provas em tocas e campo, pelo DCA.

A caça é muito praticada na Alemanha. "Dos 30 mil sócios do nosso clube, cerca de 13 mil caçam com seus Teckels", informa o presidente do Deutscher Teckelklub. A atividade é realizada com um caçador acompanhado de um ou mais Teckels. Soltos, rastreiam os campos - mesmo nevados, se a neve não for alta demais. Ao encontrar uma toca habitada, o Teckel entra nela. Se a presa não sai pela extremidade oposta, enfrenta-a, para que saia. Quando ela sai, vai atrás, para mantê-la na linha de tiro do caçador, impedindo que permaneça escondida nas moitas e mantendo-a em movimento - a lebre, por exemplo, corre m círculos. Túneis com passagens sem saída, como os que a marmota americana (woodchuck) às vezes faz, proporcionam um desafio adicional.

Rastrear animais feridos é outra habilidade da raça. "O Dachshund é ótima companhia na caça a ursos e veados, hábil e inteligente", descreve o americano Larry Gohlke, do grupo Deer search, com 150 caçadores filiados. "Ele entra em cena se a caça foge ferida; rastreia-a conduzindo o caçador pela guia", explica. "Cães maiores puxam forte demais e, nas regiões pantanosas, são mais difíceis de retirar quando atolam." Na Alemanha, javalis também são caçados nesse sistema, na maioria das vezes com a ajuda de terriers.

Todas as variedades de pelagem são bem cotadas para a caça - seja o Teckel pêlo curto, duro ou longo. Mas há quem prefira o pêlo duro, o único com sangue terrier. "Late mais, o que ajuda a saber onde o cão e a presa estão", diz Larry. "Com seu latido acua melhor a presa", opina Horst. Todos os tamanhos são apreciados para caçar em tocas, mas o Miniatura é o preferido para as menores, como as dos coelhos. O Standard é o preferido para a caça de veados, javalis e ursos. "A força dele é maior, o que o ajuda a puxar o dono, que o conserva atrelado por uma coleira de vários metros", descreve Larry.

TOCA ARTIFICIAL

O desempenho do salsicha pode ser verificado também em provas simulando a caça. "Cerca da metade dos Teckels alemães usada para reprodução é avaliada nessas provas", estima o alemão juiz de provas, criador há 30 anos e caçador, Wolfgang Trumpfheller. "Há muitos donos de Dachshund que o usam na caça, mas o número de quem prefere submetê-lo às provas em tocas (Den Trials) e no campo (Field Trial) é maior ainda", relata Trudy Kawami. O Dachshund Club of America tem mais de 1.500 sócios. "Cerca de quinze a vinte por cento dos sócios participam de provas em tocas caçam, e cerca de trinta por cento participam de provas de campo", estima Kaye.

Uma toca artificial, que pode ser de madeira, e um rato - nos Estados Unidos ou uma raposa domesticada na Alemanha-, protegido para não ser mordido - bastam para montar a prova. "O cão tem um tempo para, sem forçá-lo, entrar na toca e alcançar a extremidade oposta, a nove metros de distância, onde fica o rato", explica Gordon. Nos EUA, a disputa de títulos pode ser feita com três diferentes graus de dificuldade, criando desafios que dificultam a rapidez de realização do percurso, como a distância de liberação do cão (de três a nove metros); a existência ou não de labirintos sem saída; a presença ou não de obstrução, na entrada, removível pelo cão; a existência ou não de feno com cheiro de rato no percurso. "Mais de 1.200 Dachshunds participaram das provas, no ano passado, nos EUA", relata Gordon. "Para vencer, o mais importante é a tenacidade, coragem, audácia, ímpeto, bom faro e latir bastante", diz Trudy.

A prova de campo mais praticada é feita com o Dachshund rastreando um coelho e, na Alemanha, às vezes, uma raposa. Os pontos são dados conforme a rapidez de rastreamento e o interesse do cão. Nos EUA, há o ranking Top Ten Field Champions e, na Alemanha, modalidades como "Seguir o rastro latindo"; "Localização de animais feridos em trilha de mil metros, na guia"; "Localizar rastros de 40 horas, na guia"; "Achar, sem guia, animais na floresta."

TEMPERAMENTO


À teimosia e obstinação de caçador, o Teckel contrapõe carinho e devoção à família e paixão pelo dono. Destaca-se pela alegria, vivacidade, inteligência e coragem.

É preciso saber se impor, para que ele obedeça. "Deixe bem claro que o chefe é você, senão ele assume o comando", adverte o dono de 52 Teckels e criador há seis anos, pelo Canil Böse Hunde, de São Paulo, Guilherme Valle. Disciplina, repetição dos comandos e prêmios quando o cão age certo são as técnicas recomendadas." Deve haver respeito ao Teckels, sem pancadas e gritos, para não deixá-lo assustado nem agressivo" recomenda Kaye. "Sua esperteza recomenda usar a técnica de o ganharmos pela comunicação." E acrescenta: "O Teckel costuma agir de acordo com o dono: se ele for organizado e limpo, o cão provavelmente também o será".

A obediência aumenta com o tempo. "Com cinco anos, um Teckel é mais obediente que com três", exemplifica a criadora da raça há seis anos e dona de 20 exemplares, Tereza Cristina Blasi, do Canil Assi’s Kennel, de Mogi das Cruzes, SP.

Cavar é instinto da raça. "Um dia estranhei o silêncio de meus Teckels, soltos em um quintal de areia enquanto eu higienizava o canil, e vi um deles cavando um túnel sob a roda de um carro, só com a cauda para fora", conta Tereza. "Puxei-o logo para evitar um acidente." Criadora de sete das nove variedades de Teckel, Solange Valderramos, do Canil Leavylane, de Mogi das Cruzes, SP, mantém os Standard separados dos Anões, por uma parede de blocos de cimento sobre piso de cimento. "Ambos em seu lado, cavaram a parede. Hoje Standards e Anões se xeretam pelo furo que fizeram", ri Solange.

Os traços de temperamento ligados à caça não impedem que o Teckel seja um bom cão de companhia. "É dócil, meigo, fica bem dentro de casa; os meus, por exemplo, conviveram bem com cinco gatos", conta Solange.

A expressão inteligente, descrita pelo padrão, dá idéia da esperteza da raça. "Só uso óculos para ler e, certa tarde, lia na cama sem dar atenção a duas de minhas Teckels Anão que pediam para brincar. Logo saí e as duas detonaram os óculos, deixando só as lentes, sem tocar no livro", conta a criadora Íris Gomes dos Santos, do Canil Nisia Floresta, de Biritiba Mirim, SP. "Sem os óculos não podia ler; coincidência? associação inteligente? Fico com a segunda, pelo que conheço desses pequeninos grandes cães."

PADRÃO OFICIAL


CBKC n.º 148 a, de 24/4/1994. FCI n.º 148 b, de 27/1/1969.
País de origem: Alemanha.Nome no país de origem:Teckel. Utilização: caça em tocas. Prova de trabalho: para o campeonato, independente.
APARÊNCIA GERAL: de corpo longo, baixo, robusto, musculoso e membros curtos. Cabeça de expressão inteligente e porte altivo. Apesar de ter membros curtos e o corpo longo, jamais deve parecer um aleijão, desajeitado com movimentação prejudicada, nem ser leve ou esgalgado.
CABEÇA: longa, afinando gradualmente para a trufa, vista, tanto de cima como de perfil.
FOCINHO: longo e estreito terminando pela trufa, cuja cor varia, do preto ao marrom, de acordo com a pelagem. CANA NASAL: ligeiramente arqueada.
LÁBIOS: ajustados, assentes, encobrindo a mandíbula sem serem profundos. Comissuras labiais pouco acentuadas.
MAXILARES: bem articulados, tão bem desenvolvidos quanto a dentadura, cuja abertura se inicia logo atrás do prumo dos olhos. Caninos fortemente desenvolvidos articulam-se com os inferiores tocando os superiores pela face interna. Os incisivos inferiores articulam-se tocando os superiores pela sua face externa. Mordedura em tesoura.
STOP: pouco marcado. Quanto menos marcado, mais típico.
CRÂNIO: inclinando gradualmente até a ponta da trufa. Cana nasal fina e sutílmente arqueada. A arcada superciliar é fortemente pronunciada.
OLHOS: tamanho médio, ovais, inserção oblíqua, olhar esperto, expressão amistosa, jamais desafiadora. Cor castanho-escuro brilhante, puro ou avermelhado, válida para todas as cores da pelagem. Olhos porcelanizados, azuis ou perolados não constituem falta grave; entretanto; nos exemplares cinzentos ou malhados são apenas indesejáveis.
ORELHAS: inserção alta, planas e bem arredondadas nas pontas, moderadamente longas, com bastante mobilidade e portadas para trás em toda a sua extensão e caídas com os bordos anteriores tocando as faces.
PESCOÇO: relativamente longo, musculoso, sem barbelas, linha superior graciosamente arqueada na nuca e portando a cabeça alta.
ANTERIORES: o duro trabalho nas tocas, sob a terra, requer anteriores musculosos, compactos e bem desenvolvidos.
OMBROS: escápulas longas, largas e inclinadas, firmemente acopladas à caixa torácica bem desenvolvida; musculatura rígida e bem moderada.
BRAÇOS: o úmero forte e do mesmo comprimento que as escápulas com as quais forma um ângulo reto (90º) e guarnecido de musculatura firme, trabalham com movimentos livres, rente ao tórax..
ANTEBRAÇOS: curtos, inclinados, o menos possível, para dentro, com musculatura elástica e poderosa nas faces anterior e lateral. De comprimento aproximadamente igual ao da altura do peito ao chão ou a terça parte da altura na cernelha.
CARPOS: largos e grossos, por outro lado, a distância que os separa é menor do que a das articulações escápulo-umerais, assim sendo, os membros anteriores não são absolutamente paralelos.
METACARPOS: curtos, grossos e fortes, vistos de perfil sutilmente inclinados para a frente; vistos de frente, são levemente direcionados para fora. A pele que os reveste pode formar alguma dobra abaixo da articulação cárpica ou acima das patas.
PATAS: grandes e redondas, ligeiramente direcionadas para fora. São cinco os dígitos, embora apenas quatro em uso e ficam apoiados no solo; são compactos, fechados e bem arqueados, unhas fortes e voltadas para fora, com almofadas compactas, com a sola dura e resistente.
TRONCO: linha superior reta, com a cernelha alta e o lombo ligeiramente arqueado.
ANTEPEITO: esterno forte e projetado para a frente formando uma depressão (saboneteira) de cada lado. Visto de frente, a caixa torácica é oval e descida até a metade do comprimento do antebraço. Visto de cima e perfil, é ampla, para abrigar coração e pulmões bem desenvolvidos.
PEITO: alarga-se na altura do coração e dos pulmões; muito longo; o ponto mais baixo do peito, visto de perfil, fica oculto, quando os membros anteriores são corretamente proporcionados.
COSTELAS: amplas e chatas anguladas para trás e as falsas costelas estendem-se em direção ao lombo fazendo a conexão do tórax com o abdome.
DORSO: curto e firme; linha superior reta, começando por uma bela curva na cernelha.
LOMBO: curto, largo e firme, com a linha superior ligeiramente arqueada.
VENTRE E FLANCOS: bem esgalgado, com a membrana da "corda", que se liga à garupa ligeiramente tendida. GARUPA: larga, longa, redonda musculosa, compacta, modelada e pouco angulada.
POSTERIORES: inversamente aos anteriores, visto por trás, devem ser retos e paralelos.
COXA: o ilíaco é moderadamente curto e angulado, com a horizontal, articulando-se perpendicularmente (ângulo reto: 90º) com o fêmur, de bom comprimento e firme, proporcionando um bom esqueleto para guarnecer a coxa com boa massa muscular de músculos compactos e firmes, modelando a parte posterior bem cheia e arredondada.
PERNAS: bem musculada apresenta tíbia articulando-se em ângulo reto (90º) com o fêmur.
JARRETES: grandes e fortes, o calcâneo proeminente, tendão de Aquiles, grande.
METATARSOS: ossos longos, bem articulados com os jarretes ligeiramente arqueados na frente, sem ergôs.
PATAS: redondas, formadas por quatro dígitos bem fechados e bem arqueados com suas almofadas digitais pisando por inteiro, uniforme e juntamente com a almofada plantar; unhas curtas, pretas ou marrons, conforme a cor da pelagem.
CAUDA : inserção no alinhamento do dorso fazendo suave curva sem levantar muito alto.


Como Carregá-lo?

SIM, PODE CARREGAR ASSIM...

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NÃO FAÇA ISSO COMIGO!!!!

NÃO FAÇA ISSO COMIGO!!!!

A coluna pede socorro: não levante um Teckel pela região das pernas dianteiras. Suas costas ficam "soltas" no ar e, portanto, mais propensas a maus jeitos e deslocamentosas.

(Fonte: www.petbrazil.com.br)


PELAGEM

Teckel Pêlo Curto - pêlo curto, denso, brilhante, assentado, cerrado e áspero. Não mostrando áreas sem pêlo. 
Cauda: fina, cheia, mas não abundantemente coberta. Pêlos um pouco mais longos na parte inferior da cauda não é um defeito. 


- Teckel Pêlo Duro - com exceção do focinho, das sobrancelhas e das orelhas, o pêlo deve ser de igual comprimento sobre todo o corpo, bem assentado, denso, de arame, com subpêlo. O focinho tem uma barba claramente definida. As sobrancelhas são espessas. Nas orelhas, a pelagem é mais curta do que no corpo e quase lisa. Cauda uniforme e bem guarnecida de pêlos bem assentados. 



Teckel Pêlo Longo - pêlo sedoso e brilhante, com subpêlo aderente ao corpo; fica mais comprido debaixo do pescoço e na parte inferior do corpo. Nas orelhas, os pêlos devem ir além de suas extremidades (franjadas). Distintas franjas nos membros posteriores. Atinge o seu maior comprimento na parte inferior da cauda onde forma uma legítima franja. 


CORES

Teckel Pêlo Curto 
a) Unicolor: ruivo, amarelo avermelhado, amarelo, todos com ou sem interferência de pêlos pretos. A cor sólida é preferível e o ruivo é melhor do que o amarelo avermelhado ou amarelo. Cães com muitos pêlos pretos entremeados também são classificados como cores sólidas e não como outras cores. O branco é indesejado, mas algumas pequenas manchas não desqualificam. Trufa e unhas pretas. Marrom avermelhado é também permitido, mas indesejado.
b) Bicolor: preto profundo ou marrom com manchas ferrugem (castanha) ou amarela sobre os olhos, nas laterais do focinho, descendo até a mandíbula, interior das orelhas, antepeito, partes internas e posteriores das coxas, pés, região do ânus e terço proximal da face ventral da cauda. Trufa e unhas pretas em cães pretos, marrom nos cães de cor marrom. O branco é indesejado, mas algumas pequenas manchas não desqualificam. Marcas muito extensas de castanho ou amarelo são indesejáveis. 

c) Arlequim (tigrado manchado, manchado): a cor básica é sempre a cor escura (preto, ruivo, cinza). São desejadas manchas irregulares de cor cinza ou bege (manchas extensas são indesejadas). Nem a cor escura, nem a cor clara devem ser predominantes. A cor do teckel é ruiva ou amarela com listras escuras. A cor da trufa e das unhas é a mesma que a dos sólidos e a dos bicolores. 


- Teckel Pêlo Duro - predomina da clara até a cor escura de javali, como também a cor de folhas secas. Caso contrário, as mesmas cores descritas no Teckel de Pêlo Liso.

- Teckel Pêlo Longo - as mesmas descritas no Teckel de Pêlo Curto. 

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CABEÇA - longa, vista de cima e de perfil. Afilando suavemente para a trufa, mas nunca pontiaguda. Arcadas superciliares bem marcadas. Cana nasal longa e estreita. 

- Crânio - plano, fundindo-se gradualmente com a cana nasal ligeiramente arqueada. 
- Stop - pouco marcado. 
- Focinho - longo, suficientemente largo e forte, bem largo na região orbital. Cana nasal ligeiramente arqueada. 
- Trufa - bem desenvolvida. 
- Lábios - bem ajustados, cobrindo bem a mandíbula. 
- Mordedura - maxila e mandíbula bem desenvolvidas. Mordedura em tesoura com oclusão firme. O ideal são 42 dentes de acordo com a fórmula dentária, com fortes caninos ajustados entre si. 
- Olhos - tamanho médio, ovais, bem separados, expressão enérgica, contudo amigável. Não penetrante. Cor brilhante, do marrom avermelhado escuro até o marrom escuro em todas as cores de pelagem. Olhos porcelanizados, olhos esbugalhados ou perolados em cães marmorizados são indesejados, porém tolerados. 
- Orelhas - de inserção alta, não muito para a frente. Suficientemente longas, sem ser exageradas. Arredondadas; não estreitas, pontiagudas ou dobradas; com as bordas anteriores caídas bem rentes às faces. 
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PESCOÇO - suficientemente longo, musculoso. Pele da garganta bem ajustada. Linha superior ligeiramente arqueada, e porte altivo. 
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TRONCO - 


- Linha superior - fluindo harmoniosamente da nuca até a garupa ligeiramente inclinada. 
- Cernelha - pronunciada e alta. 
- Dorso - reto ou ligeiramente inclinado para trás. Firme e bem musculoso. 
- Peito - esterno bem desenvolvido e proeminente a ponto de formar uma ligeira depressão (saboneteira) de cada lado. Visto de frente, a caixa torácica é oval; de cima e de perfil, é ampla para acolher coração e pulmões bem desenvolvidos. Visto de perfil, o ponto mais baixo do esterno, permanece oculto quando os membros anteriores estão corretamente proporcionados. 
- Costelas - bem inclinadas para atrás. 
- Ventre - ligeiramente esgalgado. 
- Lombo - fortemente musculado. Suficientemente longo. 
- Linha inferior - ligeiramente esgalgada. 
- Garupa - larga e suficientemente longa. Ligeiramente inclinada. 
- - 
MEMBROS 


Anteriores - fortemente musculados, bem angulados. Visto de frente, membros secos, retos, de boa ossatura; com as patas direcionadas para a frente. 
- Ombros - músculos flexíveis. Escápulas longas e inclinadas, firmemente acoplados à caixa torácica. 
- Braços - curtos, contudo de suficiente comprimento para que a altura do esterno ao solo seja, aproximadamente, 1/3 da altura na cernelha. Tão retos quanto possível. 
- Cotovelos - corretamente direcionados para a frente. 
- Antebraços - do mesmo comprimento que a escápula, formando com ela um ângulo quase reto. Forte ossatura e bem musculosos; bem ajustados aos cotovelos, mas com movimentação livre. 
- Carpos - são ligeiramente mais aproximados do que os ombros. 
- Metacarpos - visto de perfil, devem ser ligeiramente inclinados para a frente. 
- Patas - bem fechadas e arqueadas, com almofadas fortes, resistentes e espessas; unhas curtas e fortes. O quinto dígito não deve ser removido. 
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Posteriores - bem musculados e proporcionados aos anteriores. Joelhos e jarretes muito bem angulados. Pernas paralelas, moderadamente separadas. 
- Coxas - de bom comprimento e bem musculadas. 
- Joelhos - largos e fortes com muito boa angulação. 
- Pernas - bem musculadas, curtas, em ângulo quase reto com as coxas. 
- Metatarsos - (padrão não comenta). 
- Jarretes - relativamente longos, bem articulados com as pernas. Ligeiramente curvados para a frente. Articulação seca, com fortes tendões. 
- Patas - quatro dígitos bem fechados e bem arqueados, pisando por inteiro sobre suas fortes almofadas. 
- - 
Cauda - de inserção não muito alta, no prolongamento da linha do dorso. Uma suave curva no terço distal da cauda é permitida. 
- - 
Movimentação - boa cobertura de solo. É fluente e enérgica, com os anteriores fazendo passadas rentes ao solo e os posteriores transmitindo uma ligeira elasticidade para a linha do dorso. O porte da cauda pode estar no prolongamento harmônico com a linha superior, ligeiramente inclinada. Na movimentação, anteriores e posteriores trabalham paralelos. 
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Faltas - avaliadas conforme a gravidade.
· M3 (Molar 3) não é penalizado quando julgado. 
· A falta de 2 PM1 (Pre-molar 1) não é penalizada. 
· A ausência de PM2 deverá ser penalizada, assim como a perda de outros dentes. 
· O afastamento de sua correta mordedura em tesoura. 
Faltas na pelagem --Teckel de Pêlo Curto 
- Pêlos finos demais, orelhas com áreas sem pêlos e outras áreas sem pêlos; 
- Pêlos grossos ou longos; 
- Cauda em escova; 
- Cauda em parte ou inteiramente sem pêlo; 
- Pelagem preta sem nenhuma marca. 
- Teckel de Pêlo Duro 
- Pêlos macios, curtos ou longos; 
- Compridos, afastados do corpo em todas as direções; 
- Ondulados ou crespos; 
- Pêlos macios na cabeça; 
- Franjas na cauda; 
- Ausência de barba; 
- Ausência de subpêlo; 
- Pêlo curto. 

- Teckel de Pêlo Longo
- Pêlo longo sobre todo o corpo;
- Ondulados ou eriçados;
- Ausência de franja na cauda; 
- Falta de franjas nas orelhas; 
- Pelagem curta; 
- Acentuada divisão de pêlos sobre o dorso; 
- Pêlos muito longos entre os dedos. 


Faltas graves - Constituição fraca, pernaltas ou que se arrastam; 
- A ausência de outros dentes além dos descritos nas "faltas" ou nas "faltas eliminatórias"; 
- Olhos de porcelana nos cães de cores diferentes do arlequim;
- Orelhas pontudas ou muito dobradas; 
- Corpo caído entre os ombros; 
- Dorso selado ou carpeado; 
- Lombo fraco; 
- Garupa mais alta que a cernelha; 
- Peito muito fraco; 
- Linha inferior esgalgada; 
- Anteriores e posteriores mal angulados; 
- Posterior estreito, pouco musculoso; 
- Jarrete de vaca ou em barril; 
- Dedos virados para dentro ou para fora; 
- Patas abertas; 
- Movimento pesado, bamboleante. 
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NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

Fontes:

Vida de cão (Web site)
AU (Web site)
http://www.petbrazil.com.br/
Dog times



 

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